No seu segundo mandato como governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL) recebe o menor salário entre todos os gestores estaduais do país, com R$ 21.868,14. Acima dele, está a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT) com salário de R$ 21.914,76. Elmano de Freitas (PT), no primeiro mandato à frente do Ceará, recebe R$ 23.893,79.
Na contramão dos menores salários, outros gestores recebem remunerações maiores, mas todas dentro do valor máximo estabelecido pela Constituição Federal, que limita os salários ao que é recebido pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), valor de R$ 46.366,19.
O maior salário do país entre os governadores é o de Fábio Mitidieri (PSD), de Sergipe, que recebe R$ 46.366,19. Em seguida, aparece o governador do Acre, Gladson Cameli (PP), com um salário de R$ 42.265,49.
Diante dessa desigualdade, por qual motivo o governador de Sergipe, o menor estado do país, tem salário maior? Em detrimento do governador do Rio de Janeiro quem em meio à crise, tem o menor salário.
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